Sindbá, o Marujo
Como o
mercador tinha ouvido falar que Sindbá ficava aproveitando suas riquezas e a
sua felicidade, se perguntou o que ele fez para merecer aquele destino
desgraçado e ficou impressionado por Sindbá ter tudo o que tinha sem
nenhum esforço.
O homem que protegia o palácio, disse que
o Sindbá queria falar um pouco com o mercador, e ele tentou escapar, pois ficou com medo de Sindbá lhe
castigar por ter dito aquilo.
O homem não permitiu e Hindbad mesmo com medo foi, viu um homem com as barbas brancas
diante a uma mesa com um grande banquete e cheia de criados ao seu redor.
Sindbá chamou o pobre carregador, e o mercador foi até Sindbá , serviu-se e,
logo após, Sindbá disse que ouviu o que ele tinha dito lá fora, se
desculpando, pois não tinha culpa se era aquela a sua sorte, porém Sindbá sofreu muito para poder conseguir tudo aquilo.
Disse tudo sobre as suas aventuras no mar. No livro, ele narra a sua segunda aventura:
Sindbá uniu-se com alguns
mercadores que negociavam em pleno mar. Acabou ficando preso em uma ilha cheia de cobras, e saiu de lá vivo e cheio de riquezas, e logo quando terminou perguntou se ele
conhecia alguém que sofreu tanto quanto ele, e o pobre mercador respondeu que ele
merece realmente o que tem, aliás, que ele merecia muito mais do que
aquilo, pois sofreu muito, e lhe desejou ser feliz até o fim de seus
dias.
Simbad sempre bondoso, deu cem moedas para o pobre
carregador, como se fosse um amigo, e pediu para abandonar seu trabalho e
viesse banquetear com ele todos os dias.
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